Composite image of light bulb with graphic iconsA resposta a essa pergunta para algumas pessoas pode ser afirmativa e, para outras, negativa. Alguns vão dizer que o mais importante é escolher a profissão que gosta, sem se importar com os ganhos financeiros; enquanto para outras pessoas a remuneração e o status da profissão, seja na primeira escolha ou ao longo da carreira, é o que verdadeiramente importa, sendo este o fator que mais pesa na hora de decidir.

Mas afinal, precisamos considerar ou não a questão do ganho financeiro para fazer uma escolha relacionada à profissão? Qual o grau de importância o dinheiro assume na sua tomada de decisão?

Ao fazermos escolhas profissionais vários fatores estão presentes nesse momento, como os familiares, psicológicos, sociais, educacionais, políticos e econômicos. Para cada pessoa divergem os fatores e a sua influência sobre a escolha ao longo de sua trajetória profissional. Por exemplo, para um jovem de 18 anos que está fazendo sua primeira escolha, pode ser significativa a influência da família (pais mais especificamente), já para uma pessoa na faixa dos 40 anos, com filhos pequenos, a questão financeira da profissão pode pesar um pouco mais.

No entanto, quando falamos na influência dos ganhos financeiros nas escolhas profissionais, não se trata de ser “8 ou 80”, ou seja, não podemos desconsiderá-lo e nem fazer a escolha  só pelo dinheiro. É importante pensar sobre o que você busca para sua vida pessoal em relação à estabilidade financeira e conforto, bem como o que é essencial para você ter uma vida tranquila, a qual resultará dos ganhos advindos do trabalho na profissão ligada à sua vontade de exercê-la.

É importante considerar a questão financeira, mas não a ponto se fazê-lo(a) escolher uma carreira que não sinta prazer, satisfação e identificação, pois mais cedo ou mais tarde esse aspecto pode pesar muito deixando-o(a) frustrado(a) e infeliz. Por isso, sempre pesquise sobre o mercado de trabalho e opte por uma profissão que lhe ofereça tanto realização quanto estabilidade financeira, dentro dos seus parâmetros e valores pessoais. Reflita sobre aspectos como status social, o reflexo do contexto socioeconômico sobre as profissões e oportunidades no mercado de trabalho, bem como sobre a responsabilidade social da profissão a ser escolhida/exercida. É fundamental perceber que a escolha profissional está relacionada a uma missão e um papel na sua vida.

Para auxiliá-lo(a) em suas escolhas relacionadas à profissão na sua trajetória de vida, o INSTITUTO DO SER oferece dentre seu rol de serviços a Orientação Profissional, Re-Orientação Profissional, Orientação de Carreira, Orientação para a Aposentadoria e Orientação Financeira. Mais informações estão disponíveis no site do INSTITUTO DO SER (www.instserop.com.br).

 

Cláudia Basso é psicóloga e orientadora profissional, doutora e mestre em psicologia pela UFSC. Possui Formação em Orientação Profissional pelo INSTITUTO DO SER – Orientação Profissional e de Carreira, de Florianópolis. Atua como docente em cursos de pós-graduação lato sensu e em cursos superiores e técnicos. Atende jovens e adultos em Orientação para a primeira escolha, Re-orientação profissional, Orientação de Carreira a estudantes universitários e profissionais e Orientação Financeira. Desenvolve consultoria, palestras, workshops, mini-cursos e projetos em Orientação Profissional e de Carreira.

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